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Quais são as vantagens de fugir dos modelos tradicionais de gestão?

Não há escapatória: toda empresa necessita de um gerenciamento. E aqui é hora de optar pelo convencional ou seguir por caminhos mais inovadores. Se você é adepto da segunda alternativa e quer fugir dos modelos tradicionais de gestão, siga conosco neste artigo. Para começar, precisamos dizer que há várias opções de gerenciamento e cada um…

Não há escapatória: toda empresa necessita de um gerenciamento. E aqui é hora de optar pelo convencional ou seguir por caminhos mais inovadores. Se você é adepto da segunda alternativa e quer fugir dos modelos tradicionais de gestão, siga conosco neste artigo.

Para começar, precisamos dizer que há várias opções de gerenciamento e cada um deles traz prós e contras. No entanto, em um mundo do trabalho cada vez mais dinâmico e flexível, é certo que os modelos disruptivos trazem uma série de vantagens. A VAGAS, por exemplo, segue a gestão horizontal ou holocracia, como também é conhecido.

Holocracia

Mas afinal o que é isso? É uma ótima saída para quem quer fugir dos modelos tradicionais de gestão. A holocracia aposta em uma organização sem chefes, em que todas as decisões são tomadas em consenso.

Pode parecer caótico a priori, mas o modelo segue valores sólidos e determina que as ações são responsabilidade de todos. Portanto, não há a rigidez das decisões tomadas no sistema top to down, levando em conta ainda as questões sociais, ecológicas e espirituais.

Organizações como Zappos, Patagônia e Precision Nutrition também decidiram seguir esse sistema de regras e processos que permite a uma equipe operar de forma horizontal (autogestão) com base em um propósito comum.

Como fugir dos modelos tradicionais de gestão?

Legal, você adorou uma organização sem chefes, certo? Mas não é tão fácil assim, é preciso muita maturidade da empresa e de seus colaboradores para chegar a esse patamar de modelo de gestão.

Então, como podemos deixar de lado essas práticas tradicionais arcaicas e aproveitar o poder de nosso pessoal no mundo de negócios cada vez mais conectado, personalizável e orientado para a geração de valor? Como criamos cultura, estrutura, líderes e processos que impulsionam nossas empresas para superar a concorrência?

Já dizia o economista, John Maynard Keynes, a dificuldade está não nas novas ideias, mas em como escapar das antigas.

Para criar uma força de trabalho ágil, envolvida e dedicada, devemos mudar a forma como fomos ensinados a olhar para os colaboradores. Além disso, os profissionais também devem mudar seus próprios hábitos e visões sobre o papel que desempenham na empresa.

É um trabalho em conjunto da organização e das pessoas que trabalham nela aplicar um novo pensamento que não vem naturalmente. Mais adiante destrinchamos alguns passos para chegar nesse estágio.

Variedade de modelos de gestão

As novas tecnologias e a complexidade cada vez maior da sociedade demandaram novos modelos de gestão, como bem descreveu o artigo “Liderança e novos modelos organizacionais” baseado no livro Reinventing Organizations (Reinventando Organizações), de Frederik Laloux.

Foi preciso delinear novos sistemas em termos de propósito, crenças, cultura, estruturas, práticas e processos para fugir dos modelos tradicionais de gestão.

Laloux classificou cinco estágios do desenvolvimento organizacional. De acordo com o autor, para gerar evolução é preciso avançar passo a passo rumo a modelos mais autossustentáveis e aderentes às necessidades da sociedade atual. Acompanhe.

Impulsivo ou trabalhista

Modelo com práticas reativas e foco apenas no curto prazo. Aqui, há chefes autoritários que se impõem e fazem valer suas ordens por meio da força. Elas prosperam em ambientes caóticos, mas sua falta de profundidade não é aderente a cenários de maior complexidade.

Conformista ou tradicional

Nesse modelo, temos inovações, como planejamento de longo prazo, organograma estável e processos replicáveis. No entanto, a estrutura continua bastante rígida e há resistência com relação à inovação. A maioria das escolas e dos órgãos públicos ainda utiliza esse sistema de gestão.

Conquistador

A consolidação desse modelo veio com a revolução industrial, que trouxe a noção de inovação, responsabilidade (individual) e meritocracia. Nesse estágio, busca-se sempre a superação da concorrência, o retorno ao investimento do acionista e o crescimento pragmático. Empresas com ações negociadas em bolsas de valores, bancos e a maioria das startups se encaixam no modelo conquistador de gestão.

Pluralista

Aqui, busca-se abolir o abuso de poder e as decisões arbitrárias, tentando trazer mais consciência, aliando lucro ao bem-estar. Então, temos uma cultura organizacional baseada em valores e propósito, atendendo também às necessidades de todos os públicos de interesse.
Evolucionista ou integral

O degrau mais elevado nos leva à holocracia, tema do qual tratamos no início do artigo. Ela busca a autogestão e a plenitude dos colaboradores. O modelo ainda está em desenvolvimento, mas como é eficaz e traz muitos resultados está se espalhando em diversos países. A indústria processadora de tomates Morning Star, na Califórnia, tem mais de 800 colaboradores e opera sem chefes, assim como a holandesa Buurtzorg (serviço de saúde domiciliar que agrega mais de 6 mil enfermeiros e agentes de saúde), que funciona de forma completamente distribuída e descentralizada.

O que achou do conteúdo? Se deseja se aprofundar mais no assunto, aproveite para ler mais este artigo sobre modelos de gestão. Até a próxima!

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