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Por que é melhor não falar de política no trabalho

por João Xavier* As eleições estão aí, você está (ou não) acompanhando os debates e logo vem aquela vontade de discutir política no trabalho. Certo? Cuidado. Como dizia meu pai, política, religião e futebol não se discutem. É difícil, sim, porque parece que temos prazer em provar que nosso time é o melhor, que nossa…

por João Xavier*

As eleições estão aí, você está (ou não) acompanhando os debates e logo vem aquela vontade de discutir política no trabalho. Certo? Cuidado. Como dizia meu pai, política, religião e futebol não se discutem.

É difícil, sim, porque parece que temos prazer em provar que nosso time é o melhor, que nossa crença é a melhor e que a proposta do nosso partido, ou do nosso candidato, é a melhor.

Além disso, quando encontramos pontos em comum com outras pessoas, como torcer para o mesmo time, crer na mesma fé e fazer parte do mesmo partido, ganhamos aquele sentimento de pertencimento. É tão bom conversar com gente que pensa como a gente, não?

O problema é quando as opiniões são diferentes. E discordar sobre esses assuntos é um incômodo grande porque envolve crenças. Crença é “ter algo como verdadeiro” e desconstruir uma verdade cognitiva não é tarefa fácil, é preciso alterar premissas, análises, julgamentos – essa é a primeira razão pela qual não devemos discutir política no ambiente de trabalho.

Por que discutir política no trabalho é um risco desnecessário

Além disso, a busca pela sensação de “pertencimento” por meio da política pode ser perigosa. Ao expor sua opinião e suas preferências, você pode conquistar a empatia daqueles que pensam como você. Inevitavelmente, vai despertar também a antipatia dos que pensam diferente. Acredite: há mais chances de errar do que acertar com esse assunto.

Minha dica? Procure empatia com outros assuntos, como hobbies, filmes, música, educação de filhos, projetos da empresa. Desse modo, você tem menos chances de gerar aversão ou antipatia.

Como acalmar os ânimos se a discussão surgir

Nosso sistema político está longe de ser minimamente perfeito, concorda?. Eu só conseguiria defender um político se o conhecesse pessoalmente (e há um bom tempo) – e olhe lá!

Quanto aos partidos, já vimos que as ideologias podem ser substituídas pelo desejo de poder e que sempre haverá aqueles que ficarão de fora, pois é impossível atender a todos.

O que observo, em geral, é que intenção de quem discute política é fazer um Brasil melhor. Quem defende um político ou um partido faz isso por acreditar que é o melhor para o país! Por isso, para encerrar um debate acalorado, minha recomendação é declarar essa intenção. Se todos perceberem que buscam o mesmo objetivo, será mais fácil desfazer o conflito.

Por fim, vale lembrar que escritório é lugar de discutir clientes, concorrentes, mercado, qualidade, estratégia, procedimentos. Política só se for comercial, de remuneração ou compliance. Combinado? 😉

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